ARTIGO

Como Escolher um Dentista de Confiança em 2026

O Brasil tem 380 mil dentistas — mais que qualquer país do mundo. Com tanta opção, escolher errado é fácil. Preço baixo demais, promessas milagrosas e consultórios improvisados são sinais de alerta que muita gente ignora até ter um problema.

Verificações obrigatórias

1. Registro no CRO

Todo dentista deve ter inscrição ativa no Conselho Regional de Odontologia do seu estado. Consulte gratuitamente em cro.org.br — basta digitar o nome. Se não aparecer, ou se a inscrição estiver suspensa, não faça tratamento com esse profissional.

2. Especialização

Para procedimentos complexos, verifique se o dentista tem título de especialista:

  • Implantes: especialista em Implantodontia
  • Aparelho: especialista em Ortodontia
  • Canal: especialista em Endodontia
  • Gengiva: especialista em Periodontia
  • Cirurgia de siso: especialista em Cirurgia Bucomaxilofacial

Sinais de um bom dentista

  • Faz anamnese (pergunta sobre saúde geral, medicamentos, alergias)
  • Tira radiografia antes de propor tratamento
  • Explica o diagnóstico e as opções de tratamento
  • Apresenta orçamento por escrito com valores de cada etapa
  • Usa autoclave para esterilização (pergunte se não estiver visível)
  • Não pressiona para procedimentos desnecessários

Sinais de alerta

Desconfie se:

  • Preço muito abaixo da média do mercado (pode usar materiais de baixa qualidade)
  • Propõe tratamento extenso sem radiografia
  • Não usa luvas, máscara ou esteriliza equipamentos
  • Pressiona para fazer procedimentos estéticos não solicitados
  • Não fornece orçamento por escrito
  • Consultório improvisado (garage, sala comercial sem alvará)

Perguntas Frequentes

Dentista barato é ruim?

Não necessariamente. Clínicas-escola de universidades oferecem tratamentos de qualidade a preços muito baixos (feitos por alunos sob supervisão de professores). Clínicas populares também podem ser boas. O problema é quando o preço baixo vem de materiais inferiores ou profissionais sem qualificação.

Posso pedir segunda opinião?

Sim, e você deve. Especialmente para tratamentos caros (implantes, ortodontia) ou invasivos (extração, canal). Peça o orçamento detalhado e compare com pelo menos 2 outros profissionais. O Código de Ética Odontológica garante seu direito à segunda opinião.

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