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Hospital vai ganhar nota pública e multa de R$ 5 mil por dia — a lei nasceu de um menino de 13 anos que morreu numa UTI sem médico
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Hospital vai ganhar nota pública e multa de R$ 5 mil por dia — a lei nasceu de um menino de 13 anos que morreu numa UTI sem médico

A Câmara aprovou na terça-feira o projeto que cria a Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde: a Anvisa fixa padrões, avalia hospitais públicos e privados e divulga o resultado periodicamente. Quem descumprir, na rede privada, paga multa diária de R$ 5 mil, que pode chegar a R$ 500 mil. O autor é Flávio Dino, que perdeu o filho Marcelo em 2012. O texto vai à sanção. O que ele não diz é de quanto em quanto tempo alguém vai entrar no hospital para olhar.

UTI vazia, paciente grave na maca há mais de um mês: o Denasus abriu auditoria em Ananindeua
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UTI vazia, paciente grave na maca há mais de um mês: o Denasus abriu auditoria em Ananindeua

Os auditores do Ministério da Saúde entraram no Pronto Socorro Municipal e na UPA Icuí Daniel Berg no dia 5 de agosto. Encontraram leitos de terapia intensiva ociosos enquanto doentes graves esperavam vaga há mais de trinta dias numa maca — e faltava sabonete. A auditoria tem três frentes, e a mais séria é a que investiga se o dinheiro federal foi pago por uma capacidade que existia só no papel.

Sancionada a lei que leva o trombolítico até a UPA — falta ela chegar a 20 dos 27 estados
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Sancionada a lei que leva o trombolítico até a UPA — falta ela chegar a 20 dos 27 estados

Lula assinou nesta quarta o projeto que obriga o SUS a criar protocolo acelerado para infarto e AVC e autoriza o uso de trombolíticos nas Unidades de Pronto Atendimento. O prazo é de 180 dias. O tamanho do buraco que ela precisa tapar cabe num número: em 2025, o SAMU aplicou 861 doses de tenecteplase no país inteiro — enquanto o SUS atendeu 218 mil AVCs isquêmicos.

Três remédios de até R$ 643 mil por ano chegam ao SUS em outubro — e o gargalo agora é o exame que ninguém faz
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Três remédios de até R$ 643 mil por ano chegam ao SUS em outubro — e o gargalo agora é o exame que ninguém faz

Brigatinibe, gefitinibe e durvalumabe passam a ser bancados integralmente pelo governo federal para cerca de 1,9 mil pacientes com câncer de pulmão. É a estreia da Assistência Farmacêutica Oncológica, que promete 23 medicamentos e R$ 2,1 bilhões por ano. Mas dois dos três remédios só funcionam em quem fez um teste genético que a maioria dos hospitais públicos não faz.

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